Archive for the ‘Farrazine’ Category
Farrazine Nº 21

Edição recheada de entrevistas com grandes nomes dos quadrinhos nacional e internacional. Conversamos com Márcio Baraldi; Gustavo Duarte; Luciana Cafaggi; Jack Herbert; o australiano Ben Templesmith; Geraldo Borges; o chileno Alberto Montt e os podcasters do Arg!Cast: Hilliam e Matheus Shortfall.
HQ inédita do roteirista Rafael C. de Oliveira, “Cidade Nua”, com arte de Bruno Romero (Snuckbinks). Diretamente das ruas de Nova Iorque, uma fã arte com roteiro de Brenno Dias, arte de Vinicius Cruz, cores de Troiano e letras de Rdelton: “O Justiceiro – Boas Vindas”.
Matérias especiais sobre música (Gorillaz e Metallica), cinema (Adaptações), quadrinhos (Youngblood, Aulas de roteiro, Comic Code), história (Favelas) e os melhores contos selecionados para seu entretenimento.
Lançamento 20.04.11 – 72 páginas.
VERSÃO .RAR – 4SHARED 60,4 Mb
VERSÃO .RAR – MEGAUPLOAD 60,4 Mb
VERSÃO .PDF – 4SHARED 46,3 Mb
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VERSÃO .PDF SIMPLES (SEM HIPERLINKS) – 4SHARED 31,7 Mb
Farrazine #13

Lamentamos informar que perdemos a edição. Foi assalto, desorganização, espionagem industrial. Não sabemos.
O caso é que não temos mais nada. É pena. A edição estava cheia de coisas boas:Legião, de Ricardo Andrade e Snuckbinks, uma história em quadrinhos noir, se perdeu pra sempre.
O penúltimo capítulo de Albaria, de Wilton Pacheco, mais uma entrevista com o autor. Nunca mais.
Um artigo sobre o Festival de Censura que assola o país. “Sumiu”.
Seção Por Onde Anda?, HQ’s Bíblicas e Infilmáveis, Baú do Batman, todas seções que nunca veremos.
Um festival de contos: Star Warghs, Trave na Treva, As Noites do Bar do Limbo, 37 Dias. Pelo ralo. Pelo ralo, eu disse.
E mais coisas como Dito ou Mal-Dito (seção nova), Toca Raul (homenagem ao Raulzito), Blues, Nostalgia, Uma Sombra Viva, jamais aparecerão no papel. Sinto muito. Essas coisas acontecem.
Ah… não, esperem, estava tudo aqui no canto. Parece que a edição sai, afinal. Bem… é um alívio. Seja bem-vindo a mais uma edição do FARRAZINE.
By Snuck
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Aproveito para dizer que ficamos muito felizes com a lembrança dos amigos do Farrazine, que nos homenagearam com uma página especial ao fim da edição.

FARRAZINE 11

Pois é pessoal, no último dia 18 saiu o FARRAZINE 11. Entrevistas Nacionais e Internacionais complementam essa edição, bem como a já tradicional Trindade Nerd (CINEMA+HQ+MÚSICA) bem como seus derivados…
Se você já conhece a publicação, não deixe de prestigiar esse lançamento! Se ainda não conhece, corra agora… Clique no link pro blog, leia on-line ou faça o download
FARRAZINE 10
Chegou a edição 10 do Farrazine, nesta edição vocês encontrarão uma humilde participação deste que vos escreve, confiram abaixo…

Não. Já? Parece que não faz muito, saiu o primeiro. Hesitante, custoso, cheio de dificuldades, vencidas mais pela persistência que pelo jeito. Sobrava entrosamento, mas faltava alguma coisa. A ginga, o know-how. O jenesequá. Houve quem dissesse que não daria certo. Houve muita gente mais balançando a cabeça, em aprovação. E – surpresa para nós – houve gente lendo. E foi ontem.
Agora, nove edições às costas, chegando com orgulho aos dois dígitos, podemos dizer, sem embargo de consciência, sem mesmo precisarmos lustrar nossas caras-de-pau, que estamos muito melhores. Crescemos. Temos know-how. Nossa ginga deixa boquiabertas as mulheres do prédio do outro lado da rua. Temos até jenesequá. Ou, pelo menos, meu cunhado prometeu que traz da viagem à França. O que quer que isso seja.
Confira.Mainardi

Watchmen – Análise do filme
O Ramón do Farrazine traduziu em palavras, muito bem escritas por sinal, o que senti ao ver o filme. Visualmente o filme é muito parecido com a HQ, parece mesmo uma “fotografia” da obra do Moore, mas um filme baseado numa obra como essa não pode ser parecida só na “capa”, tem que ter a mesma essência em recheio.
Quando saí do cinema, a primeira coisa que fiz foi procurar uma livraria lá mesmo no shopping (que obviamente continha logo na entrada a obra em destaque), apenas queria ver a “cena do machado”, pois me parecia destoar um pouco do que sabia sobre o personagem e não lembrava mesmo de ter visto isso antes, e minha percepção estava correta, não existia essa cena.
Outro detalhe que me chamou muito a atenção foi o vilão da história, que vilãozinho pouco desenvolvido, mesmo não tendo lido a obra completa (me perdoem a falha, só li uma parte, mas conhecia a história inteira de tanto ler sobre) sabia que nada tinha a ver com o Veidt do Moore.
Alguns dirão “É uma adaptação, não precisa ser igual a HQ”. Esses talvez sejam grandes fãs /críticos de cinema, mas com certeza devem ser leitores casuais de quadrinhos.
Mas, enfim, valeu pela diversão de quase três horas (adoro filmes longos!)… apesar do gosto de “falta alguma coisa”, vale a pena assistir.
Leiam abaixo o texto do Rámon:
Visionário
Clássicos, pipoca e rock and roll….
É engraçado como um cara que se dedica a fazer copy/paste pode ser chamado de “visionário” nos dias de hoje. É eu tô falando do Zack Snyder…
Desde que estreou seu último filme “Watchmen” tenho visto uma infinidade de críticas e comentários em quase todos os meios de comunicação dizendo que ele conseguiu fazer uma obra aceitável. Que honra a obra original.
Pelo que eu vi do filme, achei que realmente é uma obra que honra, sim; mas somente a parte que toca a Dave Gibbons. E isso digo, com relação aos desenhos só e nada mais, porque até a arte sequencial da graphic novel foi idealizada por Moore.
É verdade que o filme tem coisas aceitavéis, algumas até boas, mas devemos lembrar que nada ali saiu da cabeça de Snyder. De fato, quando ele tenta colocar algo de sua colheita no filme o único que consegue é fazer #@%&$. Exemplifico.:
* A cena onde Rorschach mata o assassino da menina a machadadas não existe na HQ. Na obra de Moore, a violência de Kovacs é apenas sugerida ao leitor, e Rorschach não usa nenhuma arma.
Muitas vezes o que não se vê é ainda mais pavoroso do que vemos diante dos olhos…
* As CG´s onde aparecem o Dr. Manhattan, são muito mal feitas. Na verdade quase todos os efeitos especiais são muito artificiais! No caso de Jon, algumas vezes, chega a desentoar do filme a presença do personagem. Acho que se pintassem um carinha de azul ficava mais bacana. Olha só como tenho razão.:
Farrazine – Especial de Natal
FARRAZINE ESPECIAL DE NATAL

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Desde que estreou seu último filme “Watchmen” tenho visto uma infinidade de críticas e comentários em quase todos os meios de comunicação dizendo que ele conseguiu fazer uma obra aceitável. Que honra a obra original.
Muitas vezes o que não se vê é ainda mais pavoroso do que vemos diante dos olhos…



















