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Archive for fevereiro, 2008

HOMEM-ARANHA, HOMEM DE FERRO E HULK

Ótima animação em 3 partes feita pela marvel com alguns de seus personagens de peso. Longe de toda essa confusão que está acontecendo nas hq´s… é só ação. Eles deveriam investir em longas com essa qualidade, sai mais barato que um filme e o que importa é a qualidade da história mesmo.
1ª parte:

2ª Parte:

3ª Parte:

Retirado do Sedentário e Hiperativo , que pegou do Rapadura Açucarada

Cinco Destaques do MetallMilitia

Justiceiro – Born


Mini-série que mostra a origem do personagem.

“Se você acha que o Justiceiro nasceu no dia em que sua família foi morta, está muito enganado”! – Joe Quesada (editor chefe).

DownloadA Teia do Aranha: O Julgamento de Venom

O julgamento de Venom: Acusação, Defesa e Veredito !!
DownloadGuy Gardner Renasce

Esse gibi traz Lobo ajudando Guy Gardner a recuperar seu anel de Lanterna Verde. Pode parecer estranho Lobo estar ajudando alguém, mas é que Guy prometeu que daria a Lobo o anel assim que eles o encontrassem. Ele esquece com isso uma lei básica do universo: não é bom para a saúde de ninguém enganar o Maioral…
DownloadQuarteto Fantástico 1234

A equipe enfrenta problemas internos, com brigas entre os quatro integrantes. Reed se tranca no laboratório; Tocha Humana e Sue saem do prédio Baxter para pensarem no que está acontecendo; e o Coisa – que acabara de se aborrecer com o preconceito de um policial – é manipulado por Destino e transportado até a Latvéria.

O gigante de pedra quer voltar ao normal, e é convencido de que isso pode ser feito até com certa facilidade, o que acaba acontecendo. Mas será que a mudança será boa para Ben Grimm? É o começo do plano de Destino para derrubar seus inimigos.

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Guerra Suprema (Ultimate War)

Os X-Men e The Ultimates (Supremos, no Brasil) se encontrarão na minissérie em quatro partes Ultimate War, pela linha Ultimate Marvel, com argumentos de Mark Millar e arte de Chris Bachalo.

A história começa a partir do final de Ultimate X-Men #25 na qual será mostrado o retorno de Magneto. “Ele e uma renovada Irmandade dos Mutantes serão os vilões, mas estarão mais centrados num grande arco de histórias que começa em Ultimate X-Men em dezembro”, explica Millar. “Magneto estará na minissérie, mas os X-Men serão os vilões”.

“As duas equipes interagem num mesmo mundo. Uma delas é uma iniciativa de defesa muito bem paga, e a outra é conhecida como a maior ameaça que a raça humana já enfrentou. Juntar os dois é fácil. Parar de fazer um matar o outro será a parte difícil”, comparou.

O escritor disse ainda que está realizando alguns dos sonhos de infância na trama. “Quer ver o Wolverine cortar a armadura do Homem de Ferro com suas garras? Quer ver o Capitão América e a Viúva Negra explodindo o Pássaro Negro? Quer ver o Gavião Arqueiro enfiar uma flecha na Vampira? Thor contra o Colossus? Xavier contra o Fury? Fique de olha na minissérie”, enfatizou.

As duas equipes já se encontraram muitas vezes no Universo Marvel convencional (The Ultimates é uma versão dos Vingadores), mas o escritor garante que aqui será bem diferente. “Sei que já se reuniram um milhão de vezes, mas isso me parece tão novo”, disse.

Bachalo já trabalhou com Millar desenhando quatro edições de Ultimate X-Men (números 16 ao 19), e disse que aceitou ilustrar a minissérie porque The Ultimates é seu título predileto atualmente.

“Acho que, como talento criativo, Millar está fazendo um incrível trabalho nessas duas séries regulares. The Ultimates é, de longe, a melhor revista hoje em dia. Se há algo superior, não consigo lembrar. Foi difícil pensar em uma razão para não fazer essa minissérie”, elogiou.

Mark Millar retribuiu: “Bachalo é um dos melhores artistas do mundo. Não poderia estar mais feliz por ele estar desenhando esse projeto.”

(retirado de Quadrinhos Universo HQ)

A segunda chance do Incrível Hulk

Liv Tyler e Edward Norton protagonizam o novo longa baseado nas histórias em quadrinhos do monstro verde. O ator ainda assina o roteiro do filme


Seguindo a tendência dos filmes baseados em heróis de história em quadrinhos, “O Incrível Hulk” deve virar uma cinessérie. Veja mais no site oficial: incrediblehulk.marvel.com

Apesar do fracasso do filme de 2003, a Universal decidiu dar uma outra chance ao monstro verde da Marvel. O Incrível Hulk (The Incredible Hulk) está sendo gravado e traz Liv Tyler (O Senhor dos Anéis, Armageddon) como Betty Ross, namorada do verdão e Edward Norton (Clube da Luta, O Ilusionista), um dos atores mais elogiados de sua geração, na pele de Bruce Banner, o cientista que se tranforma em Hulk nos momentos de raiva.

Norton não aceitou embarcar na aventura de primeira. Em entrevista à Total Film, o astro disse que recusou o papel diversas vezes, até que a Universal e a Marvel aceitassem que ele mexesse no roteiro. O ator afirma que este filme não tem nada a ver com seu antecessor, dirigido por Ang Lee (O Tigre e o Dragão). “Não é, de forma alguma, uma resposta ou uma continuação. Tomo como modelo o que Chris Nolan fez com Batman. Nós vamos dar nossa própria versão da saga”, disse Norton, que também anunciou que Hulk deve ganhar uma cinessérie. “Pra mim, a questão toda é visualizar a saga em múltiplas partes. Deixamos muita coisa de fora propositalmente. Definitivamente, este filme será o capítulo um”, concluiu.

O novo filme começa do zero. Nele, Bruce Banner procura desesperadamente a cura para a radiação gama que envenenou suas células e que o transforma, em momentos de nervosismo, em um monstro incontrolável. Vivendo nas sombras, podado da vida que tinha e da mulher que ama, Banner luta para evitar a perseguição obsessiva de seu maior inimigo, General Thadeus “Thunderbolt” Ross (William Hurt), sem saber que outro experimento militar com radiações está para criar um de seus piores inimigos. O longa tem estréia marcada para 13 de junho.

Outro remake de um filme mal sucedido é O Justiceiro (Punisher: War Zone), que será lançado dia 12 de setembro nos Estados Unidos. O vingador dos quadrinhos foi interpretado nas telonas por Thomas Jane, em 2004. John Travolta também estava no elenco, na pele do vilão principal. Mesmo assim, a adaptação acabou decepcionando os fãs e foi um fracasso de crítica.

Ficha Técnica
Direção: Louis Leterrier
Produção: Stan Lee, Kevin Feige, Micheal Malone
Roteiro: Edward Norton
Elenco: Liv Tyler, Edward Norton, William Hurt
Distribuição: Universal

Fonte: Tudo Bem

Especial Fênix

A Origem da Fênix

Fênix é uma personagem de história em quadrinhos da editora Marvel Comics e que fez parte dos X-Men. Duas pessoas já usaram esse pseudônimo, em tempos diferentes.

* Fênix era a guardiã do cristal M’kraan (um cristal extremamente poderoso com a capacidade de canalizar energias de realidades paralelas) e se fundiu à telepata Jean Grey formando a primeira Fênix. Após sua mente ser manipulada pelo Mestre Mental a Fênix se tornou uma entidade cruel e passou a ser conhecida como Fênix Negra. Num momento de tensão, Jean Grey conseguiu dominar os atos da Fênix, e usou esse trunfo temporário para se matar, já que sua existência punha em risco a de toda a população da Terra. Tempos depois, quando começou-se a planejar a revista X-Factor, surgiu a necessidade de trazer o personagem Jean Grey de volta já que a nova equipe seria formada pelos X-Men originais. Então John Byrne e Chris Claremont escreveram um roteiro baseado numa idéia dada por Kurt Busiek: a Fênix nunca teria se fundido a Jean Grey, apenas copiado seu corpo e mente. A verdadeira Garota Marvel estava numa câmara de estase no fundo do rio Hudson. Posteriormente, Jean Grey absorveu os poderes Fênix existentes em Madelyne Pryor clone feito pelo Sr. Sinistro, e também os poderes Fênix de Rachel Grey Summers, então ‘Fênix II’, filha de Jean com Scott vinda de um futuro alternativo. Assim, Jean volta a ser a Fênix. Recentemente, Jean foi morta por Magneto.


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A Saga da Fênix Negra


A saga da Fênix Negra, como ficou conhecida no Brasil, conta a história de Jean Grey, uma das mutantes da primeira formação dos X-Men. No passado, Jean foi a Garota Marvel, uma mutante com poderes mentais. Depois de salvar os seus amigos da queda de um ônibus espacial na qual teve que empregar todos os seus poderes, transformou-se em Fênix, uma entidade com poderes cujos limites ela própria desconhece. Agora, a poderosa heroína está sendo manipulada pelo Mestre Mental, um dos membros do Clube do Inferno. O vilão pretende liberar seu lado negro para torná-la uma arma a serviço de seus desejos de conquista. Acontece que a Fênix não pode ser dominada sem conseqüências… e todo o Universo as conhecerão em breve, quando a Fênix Negra despertar.
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A Derradeira Canção da Fênix


A Fênix foi libertada antes da hora e agora está desorientada e ensandecida. Ela retoma o corpo decomposto de Jean Grey e a transforma novamente na Fênix Negra. Os X-Men terão de agir muito rápido para deter a criatura.
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A Canção de Guerra da Fênix

Continuação de “A Derradeira Canção da Fênix”. A Fênix toma conta de um corpo, mas não é o da Jean…

As boas, velhas e longas Maxi-séries

Esse cara disse tudo que sempre pensei… peguei no Sedentário & Hiperativo, é longo mas vale a pena!

01Podem me apedrejar a vontade, pois tenho duas confissões a fazer. Primeiro, gosto muito mais da DC do que da Marvel. E segundo, adoro maxi-séries. Isso mesmo, adoro aqueles selinhos nas capas das revistas mensais, mostrando que todas as histórias estão interligadas e têm alguma relevância (por mais que quase nunca tenham). Ainda lembro quando aos 10 anos de idade avistei em uma banca de jornal um exemplar empacotado do “Planeta Diário” com a manchete: “Terra para os invasores: Caiam Fora”. Essa edição fictícia do maior jornal de Metrópolis acompanhava o primeiro número da maxi-série Invasão! da DC Comics aqui no Brasil. E não era só a capa do jornal. Dentro haviam matérias explicando a origem das 9 raças de invasores e a cobertura do início da guerra entre humanos e extraterrestres. Pode até parecer bobagem, mas para uma criança era como estar imerso naquele universo e só restava esperar a primeira leva de cruzadores Domínions aparecer no horizonte. E não existia nenhum super-herói brasileiro (a Fogo não conta!). Fiquei bem preocupado.

O resultado dessa primeira compra é uma coleção razoável de gibis e quase 16 anos acompanhando quadrinhos. Apesar de todas as críticas, sempre gostei desse tipo de história, com enredo raso como um pires, mas com personagens transbordando para fora de cada página. Provavelmente resquício dessa primeira compra por impulso. Mas o fato é que ultimamente as duas maiores editoras americanas, Marvel e DC, parecem lançar uma maxi-série atrás da outra, todas prometendo reformular, redefinir, organizar ou bagunçar os heróis de seu catálogo. Mas vamos do começo.

O universo de heróis da DC Comics até os anos 80 era uma balbúrdia sem fim. Graças a histórias que não se encaixavam na cronologia dos personagens e a várias aquisições de personagens de editoras menores a DC criou o conceito de “multiverso”. Em poucas palavras, quer dizer que dentro de um mesmo universo existiam diversas terras paralelas e cada uma seguia sua própria cronologia e tinha características próprias para seus heróis. Por exemplo, existia uma Terra governada por vilões que eram versões quase fiéis da Liga da Justiça e o único herói deste lugar se chamava Alexander Luthor. Ou seja, uma bagunça total.

02Para resolver esse problema, foi criada a série “Crise nas Infinitas Terras”, de Marv Wolfman e George Pérez. Aqui, todas as terras paralelas foram unificadas em apenas uma, que passou a representar a cronologia oficial da DC Comics a partir de então. Depois disso outras séries, não tão grandiosas mas seguindo o mesmo molde, foram criadas na DC, como: Lendas, Milênio, Invasão!, Projeto Janus, A última Noite, DC Um Milhão, só para citar algumas.

03Mas a rival não ficou atrás e também teve sua cota de séries grandiosas, começando com Guerras Secretas e culminando com a recente Civil War, passando por todas as sagas do Alto Evolucionário, Thanos, e as grandes sagas mutantes. Mas existem algumas questões a respeito dessas maxi-séries, por exemplo: o que realmente muda após estes eventos? Os roteiros que prometem grandes reviravoltas passam mesmo a fazer diferença nas histórias que se seguem?

Não pode se negar que a Crise original realmente modificou de forma significante e definitiva o universo DC, mas muitas vezes o objetivo é só contar uma história gigantesca, vender revistas agregadas para compreender a trama e assim gerar maior lucro, o que é o caso das recentes Civil War, da Marvel, e Crise Infinita, da DC, o problema deles porém, parece ser admitir essa falta de propósito. Afinal, qual o mal de querer fazer uma grande história e vender mais revistas? Dessa forma tudo acaba se mascarando de uma importância quase desproporcional ao conteúdo apresentado.

04Enquanto a casa de Superman preferiu dividir sua trama por toda sua linha de títulos mensais além de uma mini-série em sete partes, gerando assim uma obrigação de compra de quase 15 títulos por mês para se compreender o roteiro, a casa das idéias tornou a compreensão da história possível apenas através da mini, deixando os tie-ins (as histórias paralelas dos títulos mensais) como um atrativo extra para os leitores. As conexões existem, mas não há nada de essencial lá que impossibilite a leitura de Civil War separadamente, e isto parece ter atraído muito mais os leitores.

Crise Infinita não é ruim, muito pelo contrário, pega elementos da Crise original e converge uma trama que se estendia há quase um ano em um clímax bem interessante, além de criar um vilão capaz de rivalizar com Superman: o Superboy da extinta Terra Prime. O conceito da série é de que alguns personagens do multiverso conseguiram sobreviver a seu fim e em certo momento acharam que os rumos tomados por este novo mundo estavam errados. De certa forma, existe aqui uma crítica ao cinismo imposto das histórias recentes, onde os personagens principais tem que se encher de defeitos e tornarem-se quase tão perversos quanto seus antagonistas. Infelizmente não existe mais espaço no mundo para heróis com princípios morais.

Após os eventos de Crise Infinita, os três principais heróis da editora, Superman, Batman e Mulher Maravilha, passam um ano afastados de seus uniformes e este período é relatado na mini-série 52, sendo publicada neste momento aqui no Brasil. Originalmente publicada em 52 edições semanais (a duração de um ano) a mini conta o que aconteceu durante este período de afastamento e, apesar de contar somente com personagens secundários, é incrivelmente interessante e traz realmente vontade de ler o próximo número imediatamente. Além disso algumas das revistas em banca atualmente no Brasil prometem muito, é o caso do Batman de Grant Morrison, o Superman de Richard Donner (sim o diretor do Superman de 1979) e a Liga da Justiça do romancista Brad Meltzer, publicadas em suas revistas mensais homônimas. Já nos Estados Unidos há grandes críticas à DC pós 52.

Seguindo o sucesso de sua série semanal, a editora lançou Countdown, também em 52 edições retroativas que, dizem, culminará com uma “Crise Definitiva”. Esta aglomeração de histórias definitivas é que acaba terminando com confiabilidade em qualquer editora, uma vez que causa desinteresse e provoca aquela sensação de “mais uma vez”. Enfim, nem toda história tem que remodelar o universo para ser considerada relevante.

05 Enquanto isso, na Marvel, o fim de Civil War também trouxe menos “redefinições” do que se esperava. A grande alteração na dinâmica entre personagens que era proposta pela guerra entre super-heróis acabou não se provando assim tão forte, apesar de continuar com suas críticas sociais diluídas em pancadaria superpoderosa. A grande questão mesmo fica com Peter Parker e se este permanecerá ou não com sua identidade pública. Além disso o editor geral da Marvel, Joe Quesada parece querer acabar com a vida de casado do aranha e para isso criou a série “One More Day” onde Parker terá que escolher entre a vida de sua tia May e suas lembranças junto a Mary Jane.

O que parece realmente é que a cada edição que passa os roteiros tentam cada vez mais se aproximar de um mundo cínico, mais parecido com o real, onde as pessoas importam-se somente com seus próprios interesses, e conceitos como vingança, ódio e guerra são bem mais literais do que metafóricos. Os quadrinhos de antes, onde o altruísmo e desapego eram algo fundamental não tem mais espaço em um mundo onde tudo tem que ser descrito com verossimilhança. Parece até os anos 60, onde todo mundo possui algum poder graças a aranhas radioativas ou bombas de raio gama, com a diferença aqui que a histeria nuclear é substituída pela política. Todo mundo tem um lado, todos têm uma posição, e, ao que parece, todos são turrões o bastante para declarar guerras ou crises em nome de seu ideal de mundo. Lembra alguns líderes mais tacanhos, não?

Mas isso não é necessariamente uma crítica. Quadrinhos não tem que representar um momento estático de nossa história e, como toda forma de arte, irão evoluir e representar a sociedade atual. É muito bom ler algo que invariavelmente possui uma camada mais profunda, e que pode ser interpretada como bem quisermos, independente de gostarmos ou não do que vemos.

Um abraço!
Marton Santos

Fonte: Sedentário & Hiperativo

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